quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
A que somos convidados neste Ano Paulino?
Após o seu encontro com o Cristo, Paulo, ferrenho perseguidor dos cristãos, tornar-se-á apóstolo (enviado) do Evangelho.Discípulo convertido e missionário incansável será o fundador de diversas comunidades das quais jamais esquecerá e cuidará pessoalmente de sua instrução ética e espiritual, ainda que por meio de cartas que são, com efeito, autênticos tratados teológicos.
Os sofrimentos e as dificuldades que encontrou em sua missão nunca o desanimaram, ao contrário, transformavam-se em vigor e entusiasmo. Foi por esta via que compreendeu a “teologia da cruz” da qual nunca se afastara.
O Ano Paulino, portanto nos convoca antes de qualquer coisa à conversão sincera e a leitura assídua da Palavra de Deus, em especial às cartas enviadas às comunidades fundadas por Paulo. O exemplo deste apóstolo nos põe frente ao apelo dos bispos latino-americanos que nos propõem fazer a experiência de discípulos e missionários do Evangelho. Sem dúvida que também o Ano Catequético será consolidado pelo exemplo deste catequista hábil em inculturar e atualizar a mensagem evangélica. Por fim todo o nosso ser revigora-se com o exemplo de espiritualidade deste homem que sonhou em carregar no próprio corpo os sofrimentos de Jesus, também nós, diante do sofrimento de milhares de homens e mulheres em todo o mundo roguemos ao Senhor a oportunidade de carregar suas dores e levar-lhes a esperança do Ressucitado.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Não vão acreditar...
Sabem do que me dei conta? Que todo mundo em todos os blogs já escreveram e postaram alguma coisa sobre o Natal. MENOS EU!!!Assim eu também vou entrar nessa cadeia desencadeada de idéias e dizer o que penso do Natal.
Diferente do que muita gente pensa, o Natal não é uma desculpa para se gastar o décimo terceiro, aliais é bom pensar duas vezes antes de fazer isso, mesmo que o presindente Lula diga o contrário. Natal também não é desculpa para se fazer caridade, dando cobertores por exemplo (até porques estamos em pleno verão).

Para os católicos o Natal não é UM dia de festa, mas o dia 25 de dezembro culmina um tempo de 4 semanas que chamamos de Advento. Juro que não é minha intensão fazer qualquer tipo de exaltação religiosa, só quero dizer que Natal é tempo de perceber as nossas limitações e independente de religião, independente se você acredita em Deus e em sua encarnação, qualquer pode nesse fim de ano fazer uma retrospectiva de vida e se propor a ser melhor do que foi.
Estamos muito ocupados em nossos mundinhos fechados, com os nossos problemas e nos esquecemos que não somos tão bons assim e por isso mesmo não podemos nos permitar gravitar-nos em torno de nós mesmos.
Desejo a todos um abençoado Natal e que todos nós possamos ser melhores do que fomos este ano, como diz na criativa propaganda do bradesco, e não tenho intensão de fazer propaganda aqui também, mas em 2000INOVE.

P.S. Se alguém puder me dizer por que no google aparece tanta imagem de homens e mulheres semi-nus quando agente digita "natal", eu agradeço!

VALEU PELA FORÇA!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Absurdo!!

terça-feira, 24 de junho de 2008
Você já assistiu BARAKA
trailer 2 min
O que eu postei acima é só um trailer, é claro, mas eu recomendo a todos assitir, isso me lembra inclusive que o meu dvd está emprestado a Marcelo.
BARAKA retrata o mundo numa perspectiva universal, é um jogo de sons e imagens dos quatro cantos da Terra. Aliáis quatro em BARAKA é simbólico, são quatro os elementos da Natureza, são quatro Metrópolis retratadas, são quatro religiões enfocadas... Em BARAKA nos é feita aquela pergunta que deu nome ao livro de Mondin "o Homem: quem é ele?" é um ser tão inteligente capaz de contruir projetos tão apoteóticos, mas também capaz de dividir com os abutres os restos de comida que encontra quando seus direitos não são respeitados. O Homem é aquele ser sempre aberto a comunicação com o Transcendente, sempre ancioso por encontrar Aquele que está por trás de tudo o que é possível enxergar e procurou diferentes modos de proporcionar essa comunicação. A idéia de mostrar situações vividas em todo o mundo nos leva a refleti exatamente o que postei abaixo, como somos tão diferentes e ao mesmo tempo tão semelhantes, e como somos tão pequenos, como poeira no universo e ao mesmo tempo gigantescos, em nossas próprias vidas, muito complexas aliáis. Rubem Alves diz que não conhece nada global, além do globo, BARAKA defende essa diversidade e aponta para uma problemática que deveria no mínimo nos inquietar, como fez com Leonardo Boff, estariamos nós caminhando, e seria realmente necessário caminhar, para uma civilização planetária?




