segunda-feira, 16 de junho de 2008

CELEBRAR

Do livro Símbolos na Liturgia, por Ione Buyst:
“Símbolos não são coisas, mas relações. Dependem de um processo de comunicação: da intenção e da intensidade de quem faz o gesto, do olhar, de quem olha, recebe, interpreta, entra em sintonia, vivencia. Dependem do contexto cultural, e – no caos da liturgia – do contexto ritual. Não preexistem à ação litúrgica. Os gestos transmitidos pela tradição e anotados nos livros litúrgicos deverão ser criados e recriados, a cada celebração pela atuação e participação dos ministros e da assembléia”.

Que consigamos tornar nossas liturgias verdadeiras celebrações de viva dando a estas a conotação comunitária merecida, para que evitemos dois extremos: a frieza do palavreado rubricísta e a mentira de uma inculturação que de fato torna-se “EUculturação”.

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